No dia 26/04, na sala 06, as 14hrs teve início a segunda reunião do comitê ANURP, sendo o tema da simulação “Xenofobia”.
A maioria dos representantes se pronunciaram, demonstrando interesse sobre o tema. O comitê contou com a participação do ex-estudante do colégio Roberto Carneiro, Nicolas Fontes, representando a Argentina.
O professor de sociologia (Rafael) e a diretora do comitê CSW (Sofia Vilela) visitaram o comitê durante a elaboração do documento. Através do debate os delegados propuseram várias soluções, que foram unidas na forma do documento que se segue:
RESOLUÇÃO:
Propomos como forma de amenizar a xenofobia em países que recebem grandes contingentes de imigrantes que se invista em educação, que é sem dúvida, uma das áreas na qual numerosas vitórias podem ser conquistadas no aspecto de combate a xenofobia. Na área educacional poderia ocorrer o desenvolvimento de materiais didáticos que ensinem aos jovens a importância da tolerância e do respeito. A inclusão de diferentes culturas na formação de todos os cidadãos é de extrema importância tendo em vista os grandes fluxos migratórios que ocorrem por todo o mundo.
Tendo em vista que a solução acima só surtirá seus efeitos em um longo prazo, propomos que os países formem uma aliança global com o intuído de cadastrar e os imigrantes para que se preste uma assistência, tanto econômica quanto social. No campo econômico, com a consolidação da aliança, haveria a criação de um órgão responsável por remanejar as quantias monetárias dentre os países que aparecem como alvos das imigrações, e se criaria uma “bolsa imigrante”, que teria a função de ajudar que esses se estabeleçam em condições regulares nos países que o receberam, se o imigrante concordasse em retornar ao seu país de origem após, no máximo, cinco anos. Importante salientar que também ocorreriam melhorias nos países de origem da emigração, concedendo a esses a infra-estrutura necessária para a atração de investimentos e como conseqüência, ocorreria a diminuição de emigrantes.
Também, como forma de diminuir as constantes discriminações seria importante que se houvesse políticas que: estabelecesse grupos de trabalho constituídos, dentre outras pessoas, por líderes comunitários locais, servidores da lei locais e nacionais, para melhorar a coordenação, o envolvimento da comunidade, capacitação, educação e coleta de dados, visando à prevenção de ação criminosa violenta; assegurassem que as leis de direitos civis que proíbem a ação criminosa violenta sejam aplicadas com rigor; prestassem assistência adequada às vítimas, e educação pública para evitar incidentes futuros de violência motivados pelo racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata. Outra forma de impedir que as ações xenofóbicas ocorram com grande freqüência seria através da inserção de imigrantes antigos nas decisões políticas do país, tornando-os cidadãos, caso estes se comprometam a respeitar totalmente as leis vigentes no país e contribuíssem com impostos; medida de cunho facultativo para os Estados-membros.
Por ultimo, em resposta a crescente aversão aos islâmicos nos países do norte, como EUA, França, Alemanha entre outros, propomos que se invista pesado em ações antiterroristas em conjunto com a inserção da cultura muçulmana nesses países. A respeito do uso da burca, fica decidido que a proibição será desestimulada, todavia, não será punida pela ONU, visto que a soberania do país acolhedor deve ser preservada.
Ao fim da simulação ficou-se decidido que o tema da próxima reunião será “Desarmamento nuclear”
Países destaques da reunião: Síria (Letícia Morais), Líbano (Thyago Henrique) e EUA ( Isabela Batista)
Pérolas: Virgínia: “os documentos não foram passos” e Palestina: “bantido”
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