sexta-feira, 29 de junho de 2012

Documento Final - ANURP


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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Documento Final - CPAR

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Documento Final - AGNU


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Documento Final - OIM


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Documento Final - OTAN


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Documento Final - CSW


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Documento Final - CDH

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domingo, 24 de junho de 2012

Diário de uma Gabonesa

O que uma gabonesa conseguiu relatar em suas reuniões no FMI. 
Engraçado relato que a aluna Luiza Camilo do 1º ano fez em suas reuniões da Mini - ONU

Para ler este relato, clique aqui

Jornágoras 23/06


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sábado, 23 de junho de 2012

8ª Reunião - CD


Na reunião do dia 20/06, o comitê continuou o debate sobre o desafio da Crise Econômica Mundial, reatando a crise introduzida na reunião anterior. A crise foi solucionada rapidamente, e dois documentos foram criados, sendo um reprovado e o outro  aprovado, com uma emenda no mesmo. Os delegados voltaram a discutir o tema principal, que foi solucionado ao final da reunião, com a criação de um documento aprovado por todos. Os diretores deram os últimos avisos para o início do projeto Mini ONU 2012 e tiraram dúvidas dos delegados.

Pérola: "A África do Sul concorda com as soluções apresentadas por alguns DEPUTADOS(...)" Davi Oliveira - África do Sul

Destaques do dia: João Victor Melo (Rússia), Matheus Mattioli (China), Rafael Cônsoli (Canadá),  Felipe Máximo (Alemanha), Antônio Carlos (Israel), Frederico Morais (Irã)

Mini Onu em Jornal Divinopolitano

Nesta última Sexta-Feira, 22/06/2012 foi publicado no jornal divinopolitano Gazeta do Oeste, uma reportagem sobre o nosso projeto Mini Onu.
A reportagem foi feita pela jornalista e colunista Marina Alves

Houve uma pequena explanação do projeto e algumas entrevistas com os diretores, delegados e professores.

Para acompanhar a reportagem completa acesse o site do jornal, ou compre sua edição.

Reportagem clique aqui

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Jornágoras - 22/06 Segunda Edição


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Jornágoras - 22/06 Primeira Edição


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Jornágoras 21/06

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

8ª Reunião - CSW


A última reunião das simulações preparatórias do Projeto, se iniciou ás 09:50 horas do dia 20/05, contando com a participação de todos os delegados. O comitê voltou a discutir o assunto de sua última reunião, a crise econômica européia.
Sem a participação de vários delegados que não se pronunciavam, foi introduzida uma crise no comitê, contando com a presença de dois delegados, representando a Grécia e o FMI. Depois de muita discussão um documento foi elaborado e aceito pela mesa, assim como uma resolução para o tema.


Pérolas:
República Democrática do Congo (Natália Gonçalves): “Tudo que ganhar, vai receber.”
Diretora Sofia: “A mesa reconhece República Dominicana do Congo.”
Grécia (Augustinho): “Gostaria de falar à alguma delegada que eu não sei qual ...”

Destaques:
China (Laura De Luca)
Brasil (Letícia Mesquita)

8ª Reunião - FMI


Na última reunião da Mini-Onu, do dia 20/06, a sessão do comitê FMI já começou com a continuação da crise da semana passada. Foram apresentados 3 documentos para a mesa; todos passaram, porém, os Estados Unidos vetaram os 3. Os delegados tiveram uma boa participação, mas o tema não foi solucionado por falta de tempo.

Destaques:
Gabriel Prata (Japão)
Júlia Chipiakoff (Espanha/OMC)
João Rene (China)

8ª Reunião - ANURP


Na reunião do dia 20/06, no comitê ANURP, houve a continuação dos debates para resolver a crise e o tema. A maioria dos delegados que se pronunciaram apontaram boas soluções, apesar de certas medidas serem inviáveis. Dois documentos foram elaborados para a resolução da crise, mas somente um foi aceito pela mesa, assim como ocorreu para a resolução do tema. O andamento do comitê em geral foi bom, contado com a participação da maioria dos delegados de grande influência.
Pérolas: Delegado da Palestina se embaraçou na pronuncia de “inalienável”
Destaques: EUA (Isabela Batista), Japão (Lara Amorim), Síria (Letícia Morais) e França (Thales Bueno)

quarta-feira, 20 de junho de 2012

8ª Reunião - OTAN


  Durante a 8ª e ultima simulação do comitê OTAN, foi discutido o tema pendente da reunião passada. Houve uma grande melhora na fala dos delegados em relação ao ultimo debate e muitos se destacaram. Porém, outros sequer se pronunciaram. Para as sessões oficiais, esperamos que todos os integrantes do comitê estejam bem preparados, para que ocorra um debate agradável e dinâmico.
  Destaques: Canadá (Antonio Arnaldo), Estados Unidos da America (Túlio Lacerda), Luxemburgo (Sarah Rodrigues), Noruega (Julia Miranda), Países Baixos (Danilo Tolentino)
Pérolas: Diretor João Victor “Decoro senhores delegados!” Republica Tcheca (Rafael Dias) “ Não é decoro não, é de plástico!”

8ª Reunião - CPAR


No dia 20/06 às 10:00 foi iniciada a 8ª reunião da Conferência de Paris. Os documentos apresentados à mesa na última reunião foram lidos e o documento feito pela delegada dos Estados Unidos da América foi aceito, já que continha os métodos mais viáveis para resolver a crise. Sendo assim o tema proposto pelos coordenadores do projeto voltou a ser debatido e documentos foram apresentados à mesa.
Pérola:
“os países devem diminuir os gastos, mas também parar de gastar.” Delegado do Sudão. 

8ª Reunião - OIM


A reunião de simulação foi iniciada com a chamada, em que todos os delegados estavam presentes. Logo depois, a moção para reabertura de sessão de crise foi reaberta, com o primeiro discurso feito pelo Sudão. Após alguns discursos foi entregue um documento, que passou pela mesa, mas foi necessária uma emenda feita pela França. O representante dos EUA vetou o documento, mas este foi corrigido e passou plenamente. A crise então foi resolvida e o comitê voltou à discussão inicial.
O tema repercutiu bastante discussão e propostas foram feitas pela França e Canadá. O documento foi redigido e passou pela mesa e pelos delegados, concluindo a reunião.
Pérolas: ‘ A senhora delegada do Brasil poderia vir aqui na frente e falar bem alto para todo mundo escutar? ‘ – Delegado do México (Túlio Machado)
‘ Eu não falei que o Brasil é contra a austerilidade ‘ – Delegada do Brasil (Marina Rachid)

7ª Reunião - CD


Na última reunião, foi realizado o debate sobre o desafio proposto pelos professores para todos os comitês.

Os delegados que se pronunciaram, se saíram muito bem, porém a crise não foi resolvida, assim como o tema. Muitos não expuseram a opinião ou posição de seus respectivos países, e outros apresentaram condições contrárias às reais. Foram apresentadas algumas soluções para o tema, mas os delegados não chegaram a nenhum acordo.

O tempo da reunião expirou antes que algo pudesse ser solucionado, logo, nenhum documento foi feito. O tema foi adiado para a reunião do dia 20.

Destaques do dia: Matheus Mattioli (China), João Victor Melo (Rússia), Rafael Cônsoli (Canadá), Felipe Máximo (Alemanha) e Frederico Morais (Irã).

7ª Reunião - AGNU


No dia 20 de junho de 2012, aconteceu a ultima reunião preparatoria para a mini onu.
A crise da UE e da África foi resolvida levando em conta projetos contraceptivos para controlar o crescimento populacional e inventivos africanos como a permição de criação de industrias internacionais em seu território.
Após um documento assinado por vários países africanos passar pela mesa e ser aprovado, a crise terminou e retomamos as discussões sobre a crise econômica mundial.
Os delegados em sua maioria tiveram participação bem sucedida, e conseguiram propor inúmeras possíveis soluçoes que foram utilizadas para redigir um documento de resolução final para o tema.
O delegado que se destacou foi o da Nova Zelândia.

8ª Reunião - CDH


No dia 20/06, tivemos a última simulação antes das reuniões oficiais. Encerramos a discussão sobre as crises econômicas mundiais atuais. A reunião começou às 9:50 e terminou às 11:30. As discussões promovidas pelos delegados durante essa simulação foram as melhores e mais produtivas até hoje no comitê. O resultado foi um documento excelente que encerrou a simulação.
Os DPOs foram entregues aos diretores para avaliação. A expectativa fica agora para as reuniões oficiais, nos dias 21, 22 e 23 de Junho.


Destaques do dia: 
África do sul - Luís Otávio
EUA - Isabella Morais
Alemanha - Victória Gontijo
Espanha - Luisa Rios
Áustria - Izabella Vitor

Pérolas:
Thúlio (diretor): "Menção para abraço."
Pedro Moraes (delegado do México): "A solução tem que ser solucionada."
Lucas Grecco (delegado do Vaticano): "Vai fuder a economia."

terça-feira, 19 de junho de 2012

Notícias [6] - CSW


Meninas são obrigadas a engordar em país africano para conseguir se casar           

                    

7ª Reunião - FMI


A 7ª reunião do FMI, do dia 13 de junho, teve o tema crise européia, assim como todos os outros comitês. No início da reunião, houve dificuldade em manter o debate entre os delegados. A crise e o tema não foram resolvidos e ficarão para a próxima semana. Não houve destaques.

domingo, 17 de junho de 2012

7ª Reunião - ANURP


A 7ª reunião do comitê ANURP, dia 13/06, teve como discussão a atual Crise Financeira Mundial, tema elaborado pelos professores coordenadores do projeto. Os delegados seguiram as instruções e se posicionaram da maneira menos central possível. As 14h30m foi anunciada a crise, na qual França desejava a remoção dos refugiados do campo de Nahr el-Bared e sua reinstalação na terra “invadida” pelos judeus.
Os debates foram satisfatórios, mas devido ao tempo, tanto crise como tema ficaram sem resolução, e essa deverá ser feita na ultima reunião preparatória, dia 20/06.
Destaques: João Victor (Gaza), Lara Batista Amorim (Japão).

Multi-Flag


7ª Reunião - CPAR


No dia 13/06 às 15:45 foi iniciada a 7ª reunião da Conferência de Paris, com o tema escolhido pela direção do projeto. O debate foi iniciado com uma significativa participação dos delegados. Às 16:20 o comitê entrou em crise e os delegados debateram a questão de os Estados Unidos não terem assinado o Protocolo Opcional de 2002 e assim manterem a possível utilização de crianças entre 15 e 18 anos em suas forças armadas. 
Foram entregues documentos à mesa, porém o tempo da reunião já havia esgotado assim os documentos serão lidos na reunião do dia 20/06.

Destaques:
Henrique Leite (França)
Luísa Assunção (EUA) 

7ª Reunião - AGNU


A última reunião do comitê aconteceu no dia 13 de junho de 2012.
O tema, feito pelos professores Edson e Rogério, envolvia a participação de partidos de direita e esquerda, para a resolução da crise econômica atual.

Algumas das possíveis soluções propostas foram: a criação de empresas (EUA); geração de empregos e investimentos nas áreas sociais (Espanha); e corte de recursos e investimentos educacionais (RU).
Os delegados em geral, tiveram participação muito bem sucedida com destaque para a Nova Zelândia, e Canadá.

Houve uma crise, também elaborada pelos professores, em que a U.E. diminuiria o as doações alimentícias para os países africanos, graças o crescimento demográfico dos países subdesenvolvidos.
A crise não teve documento de resolução, assim como o tema proposto.
Na reunião preparatória de quarta-feira o tema será concluído.

Pérolas: “Encorajo os países africanos a falar, já que sua população que vai passar fome.” Fábio Notini (diretor)
“Economia baseada no negócio do petróleo.” Arábia Saudita
“Creio que sua presença aqui não está sendo bem sucedida.” Canadá em resposta ao convidado representante do RU.

7ª Reunião - OIM


A sétima reunião de simulação com o tema comum em todos os comitês A CRISE MUNDIAL começou com a chamada e logo depois a lista de oradores foi aberta para que os países se ingressassem. Os primeiros países a darem propostas foram a França e a Itália.    
O comitê entrou em crise às 14:39 :
‘’ O Japão apresentou uma proposta de inclusão e eliminação da desigualdade social pelo mundo. Segundo essa proposta, ficaria extinta, por completo e indefinidamente a exigência de vistos para a migração de pessoas pelas mais variadas nações do globo. ‘’

Os delegados tiveram dificuldade para entender a crise, mas assim que isto foi feito a discussão melhorou, países como os EUA, Japão, México e Austrália foram os que mais se pronunciaram. Porém o tempo da reunião se esgotou sem redigir os documentos, tanto da crise quanto do tema geral, assim esses temas foram prorrogados para a reunião do dia 20.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

7ª Reunião - OTAN


  Durante a sétima simulação foi discutido o tema escolhido pela direção do projeto. Os debates foram muito “parados” os diretores esperavam mais. Em aproximadamente meia hora de reunião, o comitê entrou em crise. Tal fato gerou aos diretores expectativa de melhora na fala dos delegados, tendo em vista que já foi discutida em uma das reuniões passadas uma crise bem semelhante.
  Por fim, a crise não foi solucionada e sendo assim a sessão foi adiada para a próxima semana. Os destaques da reunião foram: Estados Unidos da America (Tulio Lacerda), Luxemburgo (Sarah Rodrigues) e Países Baixos (Danilo Tolentino).

Perola do dia: “Investir um investimento!”- Carol dias, Grécia.

7ª Reunião - ASPA


A reunião que se iniciou às 15:45, teve como tema (assim como os outros comitês) a crise mundial. Tivemos uma crise, que foi sobre o que deve-se fazer com a dívida dos países pobres e os países em desenvolvimento; foram feitos dois documentos para a resolução da crise, e os dois foram aceitos pela mesa. A resolução do tema, ficou para a próxima reunião.

- Não houveram pérolas

- Destaques:
. Chile
. Arábia Saudita
. Líbano
. Egito

7ª Reunião - CDH


No dia 13/06, nós tivemos a penultima reunião preparatória, discutindo sobre as crises econômicas mundiais atuais, tendo o comitê dividido em paises de esquerda e paises de direita. As 16:15 entramos em uma crise envolvendo o Brasil e a Espanha, que hoje foi representada pelo diretor Thulio. A crise foi solucionada 50 minutos e voltamos a discutir o tema principal. Por falta de tempo, o documento de resolução das crises econômicas será feito e apresentado na próxima semana. O tema foi escolhido pelos professores organizadores do projeto e a crise foi elaborada pelos mesmos. 
Os DPOs corrigidos foram devolvidos aos delegados para que pudessem fazer as correções necessárias e levá-los prontos para avaliarmos. Os documentos de posição oficial que já foram corrigidos pelos diretores e considerados prontos ficaram guardados para avaliação.
Tivemos 6 ocorrências devido ao comportamento ruim de alguns delegados. Esses problemas serão resolvidos internamente entre os diretores e se for preciso, os professores auxiliarão. 

Destaques do dia: 
África do sul - Luís Otávio
EUA - Isabella Morais
Colômbia - Laura de Castro
Uganda - Thomaz Menezes
Sudão - Alan Faria

Pérolas:
Lucas Grecco (Vaticano): "Mundial do mundo"
Thomaz Menezes (Uganda): "Meu país tá deflamado" (??)
Pedro Moraes (México): "A Espanha explorou o México até não poder mais!!"
Marina Soares (Reino Unido): "Delegado, o senhor está sendo meio idiota."
Pedro Moraes (México): "Mais Melhor."
Luís Otávio (África do Sul): "Questão de privilégio social."
Fernanda Alvim (Grécia): "Moção de privilégio pessoal."

quarta-feira, 13 de junho de 2012

7ª Reunião - CSW


A penúltima reunião do Projeto foi iniciada ás 15:45 horas, do dia 13/06, com o tema dívida européia. Primeiramente os delegados fizeram seus discursos, dispondo as particularidades de cada nação e visando propostas viáveis para cada condição.
          Passados 30 minutos, uma crise chegou no comitê e os delegados focaram em medidas que solucionariam a igualdade de direito das mulheres entre todos os membros da ONU. Em consenso, foram apresentados à mesa três documentos de resolução da crise e apenas um foi aceito pela mesa.
          Com o tempo de reunião esgotado, a resolução do tema foi adiada para a próxima reunião. Abaixo está a lista com os destaques desta simulação.
         
Pérolas:
 China (Delegada Laura De Luca): “Queria saber de países como a Istália...”
Itália (Delegada Luiza Campos): “Várias medidas estão sendo tomadas como o controle da infração.”
Irã (Delegada Larissa Alvim): “Chego meu tempo a mesa.”

Destaques:
Israel (Isabella Nogueira)
 México (Camila Mesquita)
China (Laura De Luca)
 França (Bárbara Pequeno)

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Pense um pouco sobre isto..


DESAFIO MINI ONU – ÚLTIMA REUNIÃO DE PREPARAÇÃO


            De um modo geral, há uma divisão política básica no mundo. De um lado, há os partidos de esquerda e de outro, os de direita. Sabemos é claro, que entre eles, há inúmeras variáveis, proximidades e distanciamentos. Sabemos também que, em cada país, há peculiaridades que não podem ser generalizadas. Há países em que a esquerda nunca existiu de forma plena, bem como há países onde nunca se teve notícias de políticas de direita.
            Independentemente dessas minúcias, vamos fazer um jogo de simplificação. Imagine que existam apenas esses dois modelos políticos bem definidos aqui de uma forma idealizada:

1- Partidos de direita:
a)    Foco na economia;
b)    Visa primeiro o desenvolvimento da economia para depois se chegar ao social;
c)    É democrático no que se refere à liberdade de expressão e demais direitos, tais como propriedade privada e a participação política;
d)    Defende o modelo capitalista liberal.

 2- Partidos de esquerda:
a)    Foco no social;
b)    Visa primeiro educação, habitação e saúde para depois se preocupar com a economia;
c)    É democrático no que se refere à igualdade social, mas não no que se refere à liberdade, portanto, é favorável a governo ditatoriais;
d)    Defende o modelo socialista moderno.

Agora imagine que toda a Terra, todos os países, sem exceção, foram divididos exatamente dessa forma. Em apenas dois grupos de partidos políticos.
Sendo você, agora, um representante de um país cujo governo é de direita ou de esquerda, exponha uma possível solução para acabar com a atual crise econômica e, se possível, evitar o aparecimento de novas.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

[Notícias 4] CSW


Mulheres gaúchas se reúnem para lutar por seus direitos

  Nesta quinta-feira, 15/03 foi realizado em Tiradentes do Sul o Encontro Municipal da Mulher, que reuniu mais de 500 mulheres no salão paroquial do município. Uma oportunidade importante para valorizar a mulher do campo e ainda lutar por direitos fundamentais como a licença maternidade. 
A coordenadora da FETRAF-SUL do Rio Grande do Sul, Cleonice Back esteve no evento e destacou a importância da organização das mulheres rurais.
 Cleonice Back, em seu pronunciamento falou ainda da campanha pelo salário maternidade por 6 meses, uma bandeira que será trabalhada pelo Coletivo de Mulheres da FETRAF-SUL durante todo o ano 2012. Em seguida uma palestra motivacional com a professora Marlene Denti, fez parte da programação com o tema: "Encanto Pelas Coisas Simples".
  A tarde o evento continuou com apresentação dos trabalhos dos grupos de mulheres do interior do município como, panificação e artesanato, em seguida atividades recreativas e culturais.
O encontro foi realizado através de parceria entre o poder Municipal, Sindicato dos trabalhadores Agricultura Familiar, Emater. Estiveram presentes o Prefeito Municipal João Carlos Hickmann, Primeira Dama Sra. Luordes hickmann, Gerente Regional da Emater: Geraldo Gasper, Padre: Hilario Barbiere e o Presidente Sindicato: Nelcindo Jose Henicka.

[Notícias 3] CSW


Marcha das Vadias reúne milhares em ato na área central
Cerca de 3 mil pessoas compareceram à Marcha das Vadias neste sábasdo 26 em Brasília, segundo dados dos organizadores do protesto e da Polícia Militar. A quantidade de manifestantes foi aproximadamente cinco vezes maior do que a da marcha do ano passado. Munidos de buzinas, tambores, cornetas, cartazes e gritos de guerra, os manifestantes tiveram o objetivo de alertar a sociedade para a violência e o abuso sexual contra mulheres.
Na página do protesto postada no facebook, principal meio pelo qual a Marcha das Vadias foi organizada, foram enfatizadas questões como a dignidade das mulheres, a divisão de tarefas domésticas, o direito à amamentação em público, a transexualidade e a homossexualidade feminina.
“Essa marcha luta pelo fim da violência física, sexual, psicológica e simbólica contra as mulheres”, disse a antropóloga Júlia Zamboni, 29 anos, que participou da organização da marcha desde a primeira edição, no ano passado.
A vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Érika Kokay (PT-DF), esteve na manifestação e explicou que o principal efeito do protesto é dar visibilidade à questão, que deve ser discutida nas escolas para que não haja “revitimização” – processo em que as mulheres sofrem violência e ainda são culpabilizadas pelo abuso. “Queríamos e queremos direitos iguais. Se ser vadia é ser livre, então somos todas vadias”, afirmou a deputada.
De acordo com o advogado João Ribeiro, 55 anos, que participou da marcha, o protesto foi uma forma legítima de combate ao machismo. Segundo ele, protestos como esse são expressões culturais contra valores que são distorcidos pela sociedade.
O grupo iniciou a caminhada próximo à Rodoviária de Brasília, por volta das 14h30. Os participantes ocuparam as plataformas superior e inferior do terminal de ônibus da cidade, seguiram pelo Eixo Monumental até o acesso à W3 Norte, uma das principais vias de acesso ao Plano Piloto, zona central de Brasília. O trânsito foi brevemente prejudicado pela ocupação das ruas ao longo do trajeto.
A Marcha das Vadias ganhou este ano caráter nacional e ocorreu simultaneamente em mais de 20 cidades do Brasil e do mundo, inclusive em Toronto, no Canadá – onde a Slut Walk (Marcha das Vadias, em inglês), teve origem, em protesto à declaração de um policial que afirmou que mulheres que não quisessem ser estupradas deveriam evitar vestir-se como vadias.

[Notícias 2] CSW


Na linha de frente do mundo árabe, as mulheres

12/3/2012
Por Soraya Misleh, do ICArabe

Diferentemente do que se costuma difundir, no mundo árabe, o protagonismo feminino nos campos de batalha e em diversas áreas do conhecimento é histórico.
As revoluções no mundo árabe vêm derrubando não só ditaduras e trazendo à tona suas relações com o império. Vêm também desconstruindo estereótipos. Entre eles, as tão frequentes quanto equivocadas generalizações em relação às mulheres árabes. No Brasil e em várias partes do globo, a imagem transmitida por agências de notícias internacionais e mídias corporativas é de um grupo absolutamente homogêneo. São mulheres cobertas com véus, submissas, que escondem uma sensualidade intrínseca por trás de suas pesadas roupas, normalmente de cor escura. O colorido da diversificada e rica sociedade árabe é deliberadamente omitido.
O primeiro mito que as revoluções que tiveram início na Tunísia em fins de 2010 e se alastraram por diversos países colocou por terra foi de que essas mulheres jamais se colocariam na linha de frente das batalhas por direitos. Os levantes que derrubaram até agora quatro ditaduras – e continuam em curso – demonstraram que seu protagonismo foi e tem sido fundamental para pôr fim a regimes opressores. No Egito, é comum a cena de milhares de mulheres na Praça Tahrir. Ao se congelar essa imagem, outro mito é desfeito: o de que todas elas usam véus. O senso comum, fundamentado na ideia de que toda árabe é muçulmana, é desafiado (como se não houvesse outras religiões ou nenhuma fé no seio dessas sociedades e todas as islâmicas usassem obrigatoriamente véu, o que também é uma falácia). Há mulheres cobertas, descobertas, com roupas de todo tipo, como em qualquer outra sociedade.
A ideia de que as muçulmanas estão à margem desses processos também é desmontada no curso das revoluções. A egípcia feminista Nawal El Saadawi, que pôde ser vista ao lado de outras lutadoras nas grandes manifestações na Praça Tahrir, explica em seus escritos que o Islã chega a ser mais suave no que se refere às diferenças de gênero. O que ocorre é que a religião tem sido usada como meio de dominação, mediante distintas interpretações, de modo a favorecer o grupo político hegemônico e manter a opressão de classe.
O que ainda está por ser desconstruído é a ideia de que a participação feminina em revoluções no mundo árabe é novidade. Quem elucida esse tema é Nawal. Em seu único livro traduzido para o português, “A face oculta de Eva – as mulheres do mundo árabe”, ela salienta: “A história tem descrito, com falsidade, muitos dos fatos relacionados ao sexo feminino. As mulheres árabes não são mentalmente deficientes, como os homens e a história, escrita por eles, tendem a afirmar, tampouco são frágeis e passivas. Ao contrário, as árabes mostraram resistência ao sistema patriarcal centenas de anos antes que as americanas e europeias se lançassem a essas mesmas lutas.” Sistema esse que passou a predominar a partir do surgimento da noção de propriedade privada e divisão de classes, como ensina Nawal em sua obra. Em tempos ancestrais, em que predominava o nomadismo e a agricultura de subsistência, as mulheres detinham a igualdade em assuntos sociais, econômicos e na esfera política.

Destituídas dessa posição e relegadas às camadas sociais inferiores, as mulheres da região, assim como em outras partes do globo, vêm assumindo a linha de frente na oposição a esse status quo. Assim, ao longo dos séculos, têm desempenhado papel fundamental nas lutas contra o colonialismo, a dominação, por direitos, justiça. Não poderia ser diferente: acabar com a desigualdade de gênero é bandeira crucial na transformação dessas sociedades. Nesse ponto, Nawal é categórica: “Enquanto os assuntos do Estado ou do poder administrativo forem delegados à mulher dentro de uma estrutura social de classes, baseada no capitalismo e no sistema familiar patriarcal, homens e mulheres hão de permanecer vítimas da exploração.” Mudar esse estado de coisas mantém-se na ordem do dia de muitas mulheres.

sábado, 2 de junho de 2012

6ª Reunião - OTAN


Durante a sexta simulação tratamos do tema “imigração e xenofobismo”. do começo ao fim da reunião os delegados estavam muito dispersos e houve muita conversa, a mesa teve que pedir decoro inúmeras vezes. Apesar disso o debate fluiu bem e no final chegou a resolução de um documento relacionado ao xenofobismo. 
Os destaques do dia foram: Canadá (Antonio Arnaldo), Estados Unidos da America (Tulio Lacerda) e Rússia (Guilherme Ribeiro).