domingo, 29 de abril de 2012

IMF Study Guide

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In case you just want to visualize it, check it out here.

Modelo - DPO

Como vários diretores estavam em dúvidas sobre como fazer seu DPO, resolvi publicar um modelo feito por mim.

Clique aqui para acessar o modelo de DPO

Apesar de ser um modelo, nem todos comitês precisam de utiliza-lo. 

Todas as informações necessárias para construção de um DPO estão no documento, e este já está configurado nas normas da ABNT.


Eis algumas dicas complementares para ajudar em seu DPO:


Sobre seu país, pesquise:



  • Qual o tipo de governo
  • Qual o tipo de ideologia (politica, religiosa, etc)
  • Quais fatos marcaram a historia de seu país, e porque são importantes neste comitê
  • Quais etnias, religiões e linguas são encontradas em seu país
  • Como a posição geográfica do seu país influencia suas relações politicas
  • Quais países são os seus "aliados e inimigos"?
  • Qual a principal característica economica de seu país, liste seu PIB e IDH, comparando-o com outros países deste comite
  • Quando seu país se tornou membro da ONU, e qual a importancia dele neste comite
  • Seu país pertence a outras organizações internacionais/regionais além da ONU? Quais?
Seguindo estas, e as outras dicas listadas no exemplo de DPO, certamente os delegados produzirão um DPO de altíssima qualidade.

3ª Reunião ASPA - Tema

O tema da terceira reunião do Comitê ASPA é: Tráfico de Armas

Preparem-se

2ª Reunião - ANURP


No dia 26/04, na sala 06, as 14hrs teve início a segunda reunião do comitê ANURP, sendo o tema da simulação “Xenofobia”. 
A maioria dos representantes se pronunciaram, demonstrando interesse sobre o tema. O comitê contou com a participação do ex-estudante do colégio Roberto Carneiro, Nicolas Fontes, representando a Argentina. 
O professor de sociologia (Rafael) e a diretora do comitê CSW (Sofia Vilela) visitaram o comitê durante a elaboração do documento. Através do debate os delegados propuseram várias soluções, que foram unidas na forma do documento que se segue:

RESOLUÇÃO:

Propomos como forma de amenizar a xenofobia em países que recebem grandes contingentes de imigrantes que se invista em educação, que é sem dúvida, uma das áreas na qual numerosas vitórias podem ser conquistadas no aspecto de combate a xenofobia. Na área educacional poderia ocorrer o desenvolvimento de materiais didáticos que ensinem aos jovens a importância da tolerância e do respeito. A inclusão de diferentes culturas na formação de todos os cidadãos é de extrema importância tendo em vista os grandes fluxos migratórios que ocorrem por todo o mundo.

Tendo em vista que a solução acima só surtirá seus efeitos em um longo prazo, propomos que os países formem uma aliança global com o intuído de cadastrar e os imigrantes para que se preste uma assistência, tanto econômica quanto social. No campo econômico, com a consolidação da aliança, haveria a criação de um órgão responsável por remanejar as quantias monetárias dentre os países que aparecem como alvos das imigrações, e se criaria uma “bolsa imigrante”, que teria a função de ajudar que esses se estabeleçam em condições regulares nos países que o receberam, se o imigrante concordasse em retornar ao seu país de origem após, no máximo, cinco anos. Importante salientar que também ocorreriam melhorias nos países de origem da emigração, concedendo a esses a infra-estrutura necessária para a atração de investimentos e como conseqüência, ocorreria a diminuição de emigrantes. 

Também, como forma de diminuir as constantes discriminações seria importante que se houvesse políticas que: estabelecesse grupos de trabalho constituídos, dentre outras pessoas, por líderes comunitários locais, servidores da lei locais e nacionais, para melhorar a coordenação, o envolvimento da comunidade, capacitação, educação e coleta de dados, visando à prevenção de ação criminosa violenta; assegurassem que as leis de direitos civis que proíbem a ação criminosa violenta sejam aplicadas com rigor; prestassem assistência adequada às vítimas, e educação pública para evitar incidentes futuros de violência motivados pelo racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata.  Outra forma de impedir que as ações xenofóbicas ocorram com grande freqüência seria através da inserção de imigrantes antigos nas decisões políticas do país, tornando-os cidadãos, caso estes se comprometam a respeitar totalmente as leis vigentes no país e contribuíssem com impostos; medida de cunho facultativo para os Estados-membros.

Por ultimo, em resposta a crescente aversão aos islâmicos nos países do norte, como EUA, França, Alemanha entre outros, propomos que se invista pesado em ações antiterroristas em conjunto com a inserção da cultura muçulmana nesses países. A respeito do uso da burca, fica decidido que a proibição será desestimulada, todavia, não será punida pela ONU, visto que a soberania do país acolhedor deve ser preservada.

Ao fim da simulação ficou-se decidido que o tema da próxima reunião será “Desarmamento nuclear”


Países destaques da reunião: Síria (Letícia Morais), Líbano (Thyago Henrique) e EUA ( Isabela Batista)
Pérolas: Virgínia: “os documentos não foram passos” e Palestina: “bantido”

2ª Reunião - AGNU


No dia 26 de abril de 2012 aconteceu a segunda reunião preparatória para a Mini Onu no comitê da Assembleia Geral das Nações Unidas, cujo tema discutido foi eutanásia.

Os países que se destacaram durante as discussões sobre o assunto foram: Canadá (Guilherme Notini), e Noruega (Daniele Fagundes).

Houve uma crise envolvendo EUA e RU sem documento de resolução final.
Os países que se destacaram durante as discussões sobre a crise foram: Uruguai (Natalia Cardoso) e RU (Marko Tulio).

Como não teve uma resolução final para a crise, na próxima reunião o comitê continuara com a mesma, e assim que o documento fique pronto e os diretores aceitem, retornará as discussões sobre eutanásia.

Agenda CPAR


AGENDA DAS REUNIÕES OFICIAIS ~ TODOS OS TÓPICOS ESTÃO NO GUIA DE ESTUDOS:


1.0 ESTABELECER UMA IDADE MÍNIMA PARA ADMISSÃO EM GRUPO ARMADO
1.1 Definiçao do conceito de maioridade
1.2 Definiçao para idade mínima de voluntários das forças Armadas não envolvidos em conflitos;
2.0 A SITUAÇÃO ATUAL DAS CRIANÇAS SOLDADO EM FORÇAS ARMADAS
2.1 Determinar a causa do recrutamento de crianças pelos exércitos
2.2 Criaçao de um processo de desligamento das Forças Armadas e proibição de entrada de membros menores de 18 anos;
2.3 Estabelecer medidas de reintegração da criança na sociedade, após sanidade física e psicológica da mesma;
2.4 Criaçao de métodos de punição a governos que tem crianças em seu corpo militar ativo;
3.0 A SITUAÇÃO ATUAL DAS CRIANÇAS SOLDADO EM GRUPOS MILITARES NÃO-GOVERNAMENTAIS 
3.1 Reconhecer e diferenciar as causas e efetivação do recrutamento das crianças pelos diversos grupos militares;
3.2 Criação e inicio para um processo de retirada das crianças do grupo militar, e reintegração das crianças soldado à sociedade;
3.3 Criar formas de prevenção de recrutamento de crianças para grupos com fins militares;
4.0 A QUESTÃO DOS VOLUNTÁRIOS
4.1 Determinar a legitimidade do uso de crianças como voluntários nas forças armadas;
4.2 Estabelecer idade mínima para voluntariado militar;
4.3 Definir o papel do petiz voluntario e quais funções podem ser exercidas;
4.4 Definir métodos para verificar o uso indevido de voluntários nas Forças Armadas de cada nação;
4.5 Estabelecer formas de punição das nações que descumprirem ao acordado;
5.0 A QUESTÃO DO CRIME DE GUERRA INFANTIL
5.1 Definição de crime de guerra infantil
5.2 Verificaçao da possibilidade de condenação do crime de guerra cometido por crianças
6.0 QUESTÕES DA CRIANÇA SOLDADO URBANA
6.1 Identificar e determinar a criança soldado urbana
6.2 Criar formas de evitar o recrutamento
6.3 Determinar medidas para reparar a situação

Haverá também uma prova sobre o Guia de Estudos. Esta será realizada no dia 02/05/2012, e terá valor de 1,5 pontos.


sexta-feira, 27 de abril de 2012

2ª Simulação - CDH


Na reunião do dia 26/04, nós diretores organizamos a sala de uma maneira diferente, sendo que cada delegado já tinha seu lugar marcado. O resultado foi excelente e não tivemos problemas graves em relação à disciplina e comportamento. O único problema foi um atraso de 20 minutos no início da sessão, pois uma crise atrasou o encerramento da simulação do comitê que utiliza a sala antes de nós.

No início da reunião o diretor Gabriel Rivadávia deu uma breve aula sobre alguns aspectos que não foram trabalhados na reunião de semana passada. Após essa aula, os delegados entregaram as reportagens sobre “violência contra negros”. A partir das 16h15min, tivemos uma simulação sobre pena de morte, com opiniões pessoais dos delegados, que durou até cerca de 17h30min. 

Esperamos que na próxima reunião os delegados repitam o comportamento e a dedicação que foram mostrados nessa reunião e façam mais uma boa discussão.

Destaques e ocorrências do dia 26/04


Destaques: Gustavo dos Santos (Anistia Internacional) – Jussara Vasconcelos (Brasil) – Isabela Morais (Estados Unidos) – Alan Faria (Sudão) – Laryssa Ferracioli (Japão)



2ª Simulação - CPAR


Aos vinte e seis dias do mês de abril do ano 2012, iniciou as 15:45 na sala multimeios do Colégio Roberto Carneiro-Unidade Centro,   a segunda reunião da Conferência de Paris. Na reunião foram definidos os representantes dos países ou organizações presentes no comitê. 

Foi feita uma simulação sobre Eutanásia. Os diretores perguntaram a todos os delegados se os mesmos já possuíam o Guia de  Estudos disponível no blog, nem  todos estavam com o guia de estudos em mãos. Foi liberada a utilização dos computadores nos dias oficiais da MINI ONU e o Diretor Fernando Altero deu dicas aos delegados sobre a posição dos países, uma vez que a Conferência de Paris aconteceu em 2007.

O coordenador do projeto Rinaldo de Freitas Caetano expos e explicou sobre o cronograma do Projeto ROCA/MINI ONU de 2012.

Os diretores deram dicas sobre o D. P. O e disserem que este deverá estar pronto e correto até a última simulação e se disponibilizaram para corrigi-lo. 

A professora Fátima do 9º. Ano este presente na reunião.

Alemanha- Rafael Oliveira Mendonça- 1º. ano A
Brasil- Dioanne Beirigo Moreira- 1º. ano  B  
China- Nuri Silvério- 1o. ano C
Colômbia- Amanda Faria Simoni- 9º. ano A
Congo- Caroline Peres- 9º. ano B
Espanha-Giovana Cabral- 9º. ano B
EUA-Luísa Assunção- 1º. ano D
Etiópia- Vitoria Aparecida- 9º. ano A
França- Henrique Leite- 1º. ano C
Iraque-Isabella Duarte- 9º. ano C
Itália-Felipe Marins- 1º. ano C
Nigéria-Gustavo Daldegan- 9º. ano B
Reino Unido- Ian Brum- 9º. ano B
Serra Leoa- Igor Queiroz- 2º. ano C
Somália-Victor de Souza- 9º. ano A
Sudão-Igor Rossini- 1º. ano C
Uganda- Rafaela Leocadia Neves- 1º. ano  B
Cruz Vermelha-Gabriela Giovanardi- 1º.  ano D
UNESCO- Gabriela Amorim- 1º. ano B
UNICEF-Maria Clara Pereira- 9º ano  A
War Child- Luiza Cruz- 1º. ano B 
Israel- Lucca Tourino- 9º.  ano C
Irã-Matheus Silva- 9º.  ano B
Afeganistão-Bruno Soares- 1º. ano C


Faltas justificadas: Dioanne Beirigo Moreira (Prova de 2ª. Chamada)
                                     Nuri Silverio ( falecimento de familiar)

Destaques da Simulação:
-Igor Rossine
-Amanda Simoni
-Gabriela Amorim

Perola:
Delegada Maria Clara: Inocuravel  (incurável)
O documento do tema EUTANASIA será redigido na próxima simulação e o tema  o dia 02/05/2012 será ABORTO.

2ª Simulação - ASPA


Na reunião do comitê ASPA do dia 26/04/2012, houve uma discussão sobre a crise econômica da Europa, onde cada delegado colocou a opinião do seu país sobre o tema. Ao longo da reunião tivemos uma crise envolvendo venda de petróleo para um país que não conseguiria pagar e os delegados acharam uma solução.

Pérola do dia: O delegado Leonardo do primeiro ano, que representa o Catar, teve a ideia de penhorar o arquipélago da Grécia.

2ª Simulação - FMI


Países da América:
Brasil – Pedro Soares (1ºA)
Canadá – Renato Sena (1ºA)
Chile – Guiomar de Freitas Parzianello (9ºA)
Estados Unidos – André Nogueira (1ºA)
México – Luiza Resende (9ºC)

Países da Europa:
Alemanha – Humberto Pardini (1ºB)
França – Ana Luisa Oliveira (1ºB)
Holanda – Felipe Gildin (9ºC)
Itália – Isabela Fernandes (1ºD)
Noruega – Paula Mourão Cançado Cordeiro (9ºB)
Portugal – Rízia Almeida (1ºA)
Reino Unido  – Ivan Resende (9ºC)
Suíça – Tatiane Moura (9ºC)

Países da África:
Argélia – Isabella Torres
Egito – Gabriel Andrade (1ºC)
Gabão – Luiza Camilo (1ºC)
Nigéria - Phablo Alexsander Ferreira Canedo (9ºA)

Países da Ásia:
Arábia Saudita – Vitor Azevedo
China – João Rene Filho (1ºB)
Cingapura – Gustavo Xavier (9ºA)
Coreia do Sul – Igor Sales Carvalho (9ºA)
Emirados Árabes Unidos (EAU) – Laila Lopes Trajano Resende (9ºB)
Índia – Ana Paula Fischer (1ºD)
Indonésia – Alexandre Magno (9ºC)
Irã – Rafaela Cabral (2ºB)
Japão – Gabriel Prata (2ºC)
Malásia – Guilherme Klein (1ºC)
Rússia – Larissa Furtado (1ºD)

Organizações:
Organização Mundial do Comércio (OMC) – Júlia Chipiakoff (2ºA)

  
No dia 26/04/2012, quinta-feira, ocorreu a segunda simulação do comitê FMI. Nela, foram escolhidos os países que cada delegado irá representar. O tema da reunião era imigração ilegal, e uma crise, que se dirigia aos Estados Unidos e ao México, foi lançada logo no início da discussão. Devido à falta de decoro de grande parte dos delegados, e à falta de uma solução para a crise, a reunião se estendeu até as 16h15min.


Destaques:
Estados Unidos - André Nogueira (1ºA)
México - Luiza Resende (9ºC)

terça-feira, 24 de abril de 2012

Guia de Estudos - CPAR

Para acessar o Guia de Estudos do Comitê Conferência de Paris clique aqui.

1ª Reunião - CSW


No dia 19/04/2012, delegados e diretores do comitê CSW se reuniram pela primeira vez, para a apresentação e explicação acerca do projeto Mini-Onu e do respectivo comitê.
Assim, Andrey Carlos, Natália Chaves e Sofia Vilela, diretores do comitê fizeram uma introdução sobre as normas, o tema das simulações oficiais, e explicaram as regras do debate, como o DPO, debate moderado e não-moderado, questão ou moção, entre outros. No decorrer da reunião, os diretores também esclareceram dúvidas que os delegados  tinham sobre a comissão.

Em seguida foi decidido o tema da simulação do dia 26/04, próxima quinta-feira, que será aborto de fetos anencéfalos, e foram realizadas as escolhas dos representantes dos países. Segue abaixo a lista dos países e seus respectivos delegados:

Afeganistão – Marina Lima
África do Sul – Laura De Luca
Alemanha – Camila Tavares
Arábia Saudita –Jade Barbiére
Argélia – Klara Rabelo
Armênia – Letícia Maia 
Austrália - Tatiane
Brasil – Sanny Diniz
Canadá – Bárba Franco
China – Giulia Faria
Congo – Natália Gonçalves
Croácia – Stênio Teixeira
Cuba – Taruany Nogueira
Egito – Iuri Magalhães
Estados Unidos – Gabriela Di Bernardi
Etiópia – Ana Clara Maia
França – Bárbara Pequeno
Holanda – Laura Ester
Índia – Luíza oliveira
Inglaterra – Anna Laura Nogueira
Itália – Luiza Campos
Irã – Larissa Alvim
Islândia – Letícia Mesquita
Israel – Isabella Nogueira
Japão – Felipe Perilo
Marrocos – Larissa Gontijo
México - Camila Mesquita
Paraguai - Lara
Peru – Ana Laura Guimarães
Rússia – Júlia Greco
Síria – Bruno Rodrigues
Sudão – Karine Gontijo
Tailândia – Amanda Vieira
Turquia – Bárbara Nogueira


Obs: Faltaram três delegados nesta reunião, e estes ainda não escolheram seus países.

1ª Reunião - CDH


1ª reunião da Subcomissão para promoção e proteção dos direitos humanos

   Todos os delegados estiveram presentes na reunião da quinta-feira (dia 19), às 15h30min, na qual foi feita uma pequena simulação com o tema pena de morte, além da escolha de países e organizações. Fizemos o possível para tirar todas as dúvidas dos delegados e explicar como funcionará o comitê. 
Os países escolhidos foram:

a) Organizações

• Representante da Anistia Internacional - Gustavo dos Santos
• Representante da ONU - Marcos Amorim

b) Países da América

• Argentina - Gustavo Menezes
• Brasil - Jussara Vasconcelos
• Canadá - Anna Carolina Gonçalves
• Colômbia - Laura de Castro
• Cuba - Vanessa Dias
• Estados Unidos da América - Isabella Morais
• México - Pedro Moraes
• Uruguai - Julia Queiroz
• Venezuela - Ithalo Fonte Boa

c) Países da Europa

• Alemanha - Victória Gontijo
• Áustria - Izabella Vitor
• Bélgica - Laura Rabelo
• Espanha - Luisa Rios
• França - Cristiana Freitas
• Grécia - Fernanda Alvim
• Itália - Fernanda Souza
• Noruega - Marina Garcia
• Países Baixos - Lívia Araújo
• Portugal - Letícia Xavier
• Reino Unido - Marina Soares
• Rússia - Camila Veloso
• Suécia - Laura Resende
• Suíça - Guilherme Ribeiro
• Vaticano - Lucas Grecco

d) Países da África

• África do Sul - Luís Otávio
• Angola - Felipe Fernandes
• Moçambique - Túlio Guimarães
• Nigéria - Nathalia Costa
• Somália - Tales de Marco
• Sudão - Alan Faria
• Uganda - Thomaz Menezes

e) Países do Oriente Médio

• Arábia Saudita - Ana Maria Azevedo
• Egito - Luiza Mattar
• Irã - Deborah do Valle
• Iraque - Gabriela Fonte Boa
• Israel - Júlia Mourão
• Paquistão - Caio Werneck
• Síria - Iara Coimbra

f) Países do Leste Asiático 

• China - Gabriela Dias
• Coréia do Sul - Bruna Soares Dias
• Índia - Rafaella Amaral
• Japão - Laryssa Ferracioli

g) Países da Oceania 

• Austrália - Michelle Alves
• Nova Zelândia - Ingridy Diniz

1ª Reunião - ASPA


RELATÓRIO DE REUNIÃO

Na quinta feira, dia 19/04, o comitê ASPA, definiu o país que cada delegado iria representar. Os diretores falaram sobre as normas da mini-onu e sobre como será o andamento das reuniões. No final houve um debate sobre "A legalização das casas de prostituição" onde cada delegado expôs sua opinião.

América do Sul:

Argentina: Júlia Matos
Brasil: Ana Carolina
Bolívia: Douglas
Chile: Vitor
Venezuela: Fernanda
Uruguai: Lucas
Paraguai: Kaique
Peru: Gabriel
Colômbia: Gabriel
Suriname: Luiza
Equador: Daniel

Arabes:


Arábia Saudita: João Pedro
Argélia: Marco Túlio
Baren: Daniel
Catar: Leonardo
Djibuti:
Egito: Hiago
EAU: Larissa
Iêmen:
Iraque: Ian
Jordânia:
Kwait: Gabriel
Líbano: Ana Luísa
Líbia: Anna
Marrocos:
Omã:
Palestina: João Paulo
Síria: Natália
Tunísia: Tiago
Greenpeace:

 Os países que nao tem nome dos alunos ainda nao foram definidos

segunda-feira, 23 de abril de 2012

1ª Simulação - FMI


     No dia 19/04/2012, quinta-feira, teve início a primeira reunião do comitê FMI (Fundo Monetário Internacional). O comitê conta com 29 membros, sendo eles: Alemanha, Argélia, Arábia Saudita, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, Cingapura, Coréia do Sul, Egito, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Rússia, França, Gabão, Índia, Indonésia, Itália, Irã, Japão, Malásia, México, Nigéria, Noruega, Países Baixos, Reino Unido, Suíça e OMC (Organização Mundial do Comércio).

     Nessa primeira reunião, os diretores Rodrigo Carneiro, Larissa Melo e Hernane Ferreira explicaram aos participantes as moções, as questões, os tipos de debates (lista de oradores, debate moderado e não-moderado), as menções, e os destaques. Além disso, foi realizada uma simulação sobre pena de morte e ficou decidido que a próxima reunião, dia 26 (quinta-feira) terá como tema imigração ilegal.

Guia de Estudos - AGNU

Eis o Guia de Estudos do Comitê Assembléia Geral das Nações Unidas

Acesse-o clicando aqui.

Guia de Estudos - CD

Eis o Guia de Estudos do Comitê Conferência do Desarmamento



sábado, 21 de abril de 2012

1ª Simulação - ANURP


ANURP


Otávio Guilherme 2°A – Palestina
Israel Caputo de Castro 2°C – Alemanha
Thayná Pereira Beirigo 2°B – Israel 
Lara Amaral Oliveira 1°A – Cisjordânia
Letícia Morais Resende 1°B – Síria
Thyago Henrique C. do Santos 1°B – Líbano
Larissa Veloso Hilarino 1°B – Reino Unido
Isabela – EUA
Alice Quadros Miranda 1°B – Canadá 
João Victor R. Pinto 1°C – Gaza
 Vinícius Brasil 1°C – Brasil
Thales Bueno Amarante Melo 1°D – França
Lara B. Amorim Silva 1°D – Japão
 Mariana de Sousa Vilela Silva 9°A – Emirados Árabes Unidos
Jessica Oliveira Amaral 9°A – Jordânia
Mariana França Vilano 9°B – Bélgica
Yuri Victor Pereira Diniz 9°B – CICV
Gustavo Silva Procópio 9°C – Itália
Matheus Rodrigues Amaral 9°C – Arábia Saudita
Gustavo Amãncio sudário 9°C – Egito
Natália Pequeno de Paiva 9°C – UNESCO
Maria Clara Vivas 9°C – Unicef
Jéssica Rita Miranda – Suécia
Mariany de Souza – Noruega
Beatriz Theodoro de Moraes – Suíça
Victor Santos – Turquia
Natan Machado – Espanha




Relatório:


No dia 19/04/2012, na sala 06, as 14:00hrs teve início a reunião do comitê ANURP, do projeto Mini-ONU Roca. 
Durante a reunião, as diretoras Tássia Fonte Boa,Virgínia Ferreira e Thais Cristina fizeram uma apresentação das normas do comitê, explicando o seu funcionamento e além disso fizeram uma breve introdução sobre o tema que será debatido nas simulações oficiais. Também houve a escolha dos representantes dos países ou organizações dentro do comitê.
Ao fim da reunião ficou decidido que o tema da simulação de quarta-feira próxima, dia 25, será a Xenofobia, e que todos os delegados deveram apresentar a opinião oficial do país que representam.

1ª Simulação - OIM


   Os diretores iniciaram a reunião se apresentando, e explicando a escolha dos países (feita aleatoriamente), também explicaram sobre o guia de estudos. Os países escolhidos para o comitê foram:


- Afeganistão
- África do sul
- Albânia
- Argélia
- Argentina
- Austrália
- Bolívia
- Brasil
- Canadá
- Colômbia
- Espanha
- EUA
- Egito
- França
- Hungria
- Índia
- Itália
- Japão
- Jordânia
- Marrocos
- México
- Países Baixos
- Portugal
- Reino Unido
- Sudão
- Tunísia 
- Turquia
- Camboja
- Chile
- Filipinas 
- Grécia
- Israel
- Suécia
- Polônia 
- Sri Lanka
- Nepal
- República Tcheca
- Tanzânia
- Ucrânia
- Tailândia
- Luxemburgo
- Alemanha 
- Paquistão


Explicaram para os delegados que a escolha do país deve ser da vontade do aluno de ganhar menção ou não, e nem todo país que está em crise ou em guerras quer dizer que ele é um país ruim, pois o tema discutido é Migração. 
Citaram o DPO, dizendo que o modelo estará no blog. 
A Criação de um e-mail ou grupo no facebook para o comitê, para enviar o guia, e outras informações necessárias.


Explicaram a questão, moção e países que desejam se pronunciar, debate moderado e não-moderado, a lista de oradores, tempo de 1 minuto para discursos. 
A próxima reunião terá como tema: CASAMENTO HOMOSSEXUAL (escolhido por votação dos alunos).


Pérola do dia: armas atômicas (João Victor 1º A)


Entrevistas Mini Onu [2]


Professor de Sociologia Rafael

P: Quais são as suas expectativas para a Mini ONU esse ano? Você, como professor novato, já conhecia o projeto?

R: Não, eu não conhecia o projeto, mas já tinha ouvido falar por alunos que já estudaram aqui, mas eu nunca tinha participado. Então a Eloísa me falou sobre o projeto e me convidou para participar da mesa redonda hoje,e agora que vou me integrar ao projeto. E eu, como professor de Sociologia, tenho expectativas muito boas, já que a Mini ONU já traz os alunos para uma realidade de problemas sociais do mundo e será muito produtivo para as discussões em sala de aula.



Najete, representante da Superintendência de ensino

P: Como você ficou sabendo do projeto? 

R: Nós fomos convidadas na Superintendência Regional de Ensino de Divinópolis, e estou representando a Superintendência de Ensino.

P: Você já conhecia o projeto?

R: Já, porque meus filhos estudaram aqui.

P: E você já tinha vindo visitar?

R: Não, na abertura é a primeira vez.

P: Você notou algum retorno com a participação dos seus filhos no projeto?

R: Sim, estimulou muito a estudar, eu acho que a investigação, a pesquisa que é feita, amplia muito os conhecimentos, inclusive os de mundo, porque a partir do momento que envolve outros países, que detalha as diversas áreas de outros países, como economia, saúde, educação, amplia muito o conhecimento dos aluno, e talvez até ajude e facilite a escolha profissional.


Entrevistas Mini Onu [1]


Dinalva, Professora de Geografia:

P: Você, como professora de Geografia, deve achar fundamental os alunos saberem o que está acontecendo no mundo. Alem disso, qual a influncia direta da Mini Onu na formação acadêmica dos estudantes?

R: Conforme a area que a pessoa for trabalhar, lógico que tem relação direta, como Relações Internacionais, Direito, áreas humanas em geral.Fora isso, é a parte cultural, pois a cultura é algo essencial. A cultura que acaba se adquirindo dentro da Mini ONU é uma coisa que o pessoal leva para o resto da vida, então é muito importante sim.

P: Quais dicas você dá aos alunos que iniciaram a Mini Onu esse ano para se destacarem no projeto?

R: Estudar, estudar e estudar! Para não falar bobagem!

P: E para finalizar, como você é conhecida pelos seus looks modernos, quais roupas você sugere para as meninas usarem nas apresentações da Mini Onu, para ficarem formais, estilosas e bem vestidas?

R: Não tem como fugir do terninho e da camisa social, mas pode incrementar com um lencinho, uma echarpe, uns braceletes! 



Convidado:

P: Você já tinha ouvido falar do projeto? O que o senhor achou?

R: Já tinha ouvido falar do projeto, mas não imaginava tantos alunos, e o pessoal todo mundo com traje a rigor, que valoriza demais o acontecimento.

P: E o que o senhor acha que seu neto vai levar do projeto?

R: Primeiro que a pessoa participa da convivência com o outros alunos, essa interação é muito  importante! O aluno não fica limitado somente a sala de aula.

P: E qual sua expectativa, como sua primeira Mini Onu? (Ítalo, do 9º ano)

R: Eu acho que vai ser bom né, para conhecer os outros países, aprender bastante sobre a cultura deles.



Rinaldo, coordenador do projeto:

P: Você, como organizador do projeto, o que espera dos alunos?

R: A nossa expectativa, que estamos acompanhando o projeto desde que começou na escola, é de que mais uma vez os alunos possam aproveita-la. Tirar de cada momento, da preparação, da abertura, da fase de estudos, da busca de informações na internet, dos jornais, e poder  entender que isso não é importante só para o projeto, é importante para a vida deles. Nós acreditamos que o projeto colabora muito com esse crescimento, com a melhor formação dos alunos. 

P: E você espera que este projeto seja melhor que os anteriores?

R: Todo ano, a nossa expectativa é que o VII seja melhor que o VI que seja melhor que o V, que todo ano nós aprimoramos. O próprio trabalho de vocês no comitê de imprensa esse ano está mais aprimorado, a organização dos comitês, no geral nos vamos sempre pegando o que houve no ano anterior e dando aquela trabalhada para melhorar. E esse ano já está sendo melhor, pela organização, pelo funcionamento do blog, esse trabalho inicial do comitê de imprensa, essa fase de reunião que fizemos com o 9º ano para orienta-los.

P: E a Mini Onu ajuda os alunos a descobrirem que querem ir para este lado das Relações Internacionais e ajuda também a diminuir a timidez 

R: Com certeza, são duas coisas que são metas dentro do projeto e que são sempre alcançadas. A gente tem vários alunos hoje que estão nas universidades de ponta em Relações Internacionais que esse desejo surgiu dentro da Mini Onu. Ate os mais tímidos, com o projeto, eles tendem a se soltar um pouco mais, a saber discutir melhor, debater melhor. E quem participa na primeira vez, na segunda e na terceira, que são 3 anos de projeto, no final  sai com uma bagagem bastante grande com relação a tudo que aprendeu em relação as habilidades comunicativas e as pesquisas e argumentações, alem de saber lidar melhor com a língua portuguesa.

P: E você tem alguma sugestão aos alunos novatos, alguma dica para eles perderem a timidez?

R: A primeira coisa é saber que na vida você sempre terá desafios, e a Mini Onu é um projeto desafiador. Se o aluno entender que é uma oportunidade para ele encarar o desafio sabendo que ai ser uma coisa que vai ajudá-lo a crescer, e você sabe muito bem que a vida profissional exige que cada um tenha liderança, que saiba comunicar, que saiba se relacionar, e a Mini Onu é um projeto completo porque proporciona ao aluno o crescimento em todas estas áreas. Então se o aluno souber aproveitar isso como um desafio, um dos muitos que ele vai ter na vida, ele vai aprender com quem já sabe, pois este é um projeto de se aprender e de se ensinar. E daqui a pouco o que ta aprendendo estará ensinando para o outro. E esse ciclo é bacana, o que torna o projeto muito rico.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Regulamento Geral da MiniOnu

Seria legal e interessante para aqueles que não conhecem as normas gerais da Mini - Onu conhecer um pouco mais sobre o seu Regulamento Geral.


Para isto, clique aqui

Aviso Importante [1]

Aos senhores delegados e diretores de nosso projeto:


  • Favor, sempre utilizar o uniforme nas reuniões. O aluno que não estiver uniformizado em nossas reuniões será penalizado na forma de pontuação.
  • Favor, aguardar as reuniões no pátio da escola. O aluno que estiver nos corredores durante as reuniões também será penalizado na forma de pontuação.

Mini Onu PUC - Referencia

Estamos disponibilizando para vocês delegados, o website da PUC relacionado a Mini-Onu, onde vocês poderão usufruir de referências para um estudo mais aprofundado.

Clique aqui para entrar no site

terça-feira, 17 de abril de 2012

Introdução OTAN

Depois da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos da América e a URSS se evidenciavam como potencias e o mundo se encontrava em dois blocos, um capitalista e outro socialista. 
A OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) foi criada em 1949 em pleno contexto histórico da Guerra Fria, a fim de assegurar a defesa de uma possível futura guerra entre países socialistas e capitalistas. Por inicio era composta pelos países da América do Norte e da Europa Ocidental, que tinha como principal finalidade garantir a segurança de seus Estados membros frente à ameaça soviética. 

Com o fim da Guerra Fria, o principal interesse da OTAN havia sido alcançado, já que as ameaças soviéticas haviam acabado. Sendo assim, varias mudanças politicas e estruturais foram feitas e seu objetivo passou a ser a base da política de segurança de toda a Europa e da América do Norte, já que seus Estados membros não estavam em completa segurança devido ao terrorismo, proliferação de armas e conflitos étnicos de décadas. 
O terrorismo se configura como um dos maiores problemas enfrentado pelos Estados membros da OTAN e este comitê tem como função criar medidas eficientes de combate a este fenômeno que vem assombrando o mundo.

O principal objetivo da OTAN é o combate ao neo-terrorismo no mundo.


Diretores: 

  • João Victor Franco - 2ºA
  • Larissa Dias - 2ºB
  • Luísa Campos - 2ºB


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Introdução ANURP


A ANURP tem o objetivo de discutir a situação a qual estão submetidos os refugiados palestinos no Líbano.

Após a invasão do campo de Nahr el-Bared, os campos que se localizam nas cercanias foram submetidos a um grande fluxo de desabrigados, e agora enfrentam uma situação de superlotação. Tendo em mente o bem-estar dessas muitas pessoas que já vivem sob condições difíceis, a ANURP propõe a elaboração de medidas que visem melhorar as condições sob as quais se encontram.

A Agencia se encarrega de garantir que os direitos (previstos pela Declaração de 1951) sejam respeitados, proporcionando uma vida mais digna mesmo na situação dos campos de refugiados.
Levando em consideração os fins para os quais a Agência foi criada, fica claro que o ideal que orienta o trabalho da ANURP se relaciona as questões de direitos humanos e da máxima do valor inestimável da vida humana.

A Palestina é uma das delegações centrais nos debates que irão se desenvolver na ANURP. Desse modo, é vital que alguns cuidados sejam tomados para que possamos atingir o objetivo maior do comitê (que consiste na elaboração de uma medida que seja capaz de conter o conflito armado no campo denominado Nahr al-Bared):

A discussão da criação de um Estado Palestino é vital, mas não é a temática desse comitê, de modo que devemos nos concentrar na discussão das condições de vida dos refugiados. Para além dos posicionamentos estatais, devemos atentar para a urgência dos trabalhos, a medida que muitas pessoas estão morrendo nesses ataques.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Diretores ASPA


 Diretora geral : 
  • Izabel Campos Mesquita 
 Diretores assistentes: 
  • Tales  Menezes 
  • Victor de Castro
 Imprensa: 
  • Lívia Lemos

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Introdução CSW


A Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW) é uma instância da ONU (Organização das Nações Unidas) e foi criada pelo ECOSOC (Conselho Econômico e Social da ONU) em 1946 com as seguintes funções: preparar relatórios e recomendações ao ECOSOC sobre a promoção dos direitos das mulheres nas áreas política, econômica, civil, social e educacional. Além disso, a CSW formula recomendações ao ECOSOC sobre problemas de caráter urgente que requerem atenção imediata aos direitos das mulheres. 
Outra importante função da CSW,  a Conferência de Beijing, é a de acompanhar a implementação do Plano de Ação de Beijing.

A CSW será composta por 40 membros, escolhidos pelos diretores.

  • O trabalho da Comissão está pautado por um plano de trabalho que compreende o período de abril-maio de 2012.De acordo com este plano de trabalho, a CSW se ocupará dos seguintes temas,como exemplo:
  • A eliminação de todas as formas de discriminação e violência contra meninas
  • Financiamento da igualdade de gênero e empoderamento das mulheres
  • Compartilhamento de responsabilidades entre mulheres e homens, incluindo responsabilidades com o cuidado no contexto do HIV/Aids.
  • Acesso e participação das mulheres e meninas à educação, formação, ciência e tecnologia, inclusive para a promoção da igualdade de acesso das mulheres ao pleno emprego e trabalho decente
  • O empoderamento das mulheres e seu papel na erradicacao da fome e da pobreza, desenvolvimento e desafios atuais
  • Eliminação e prevenção de todas as formas de violência contra mulheres e meninas


terça-feira, 10 de abril de 2012

Introdução ASPA



A Cúpula América do Sul-Países Árabes (ASPA) é um Mecanismo de cooperação bi-regional e um fórum de coordenação política.

Proposta pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, a ASPA foi formalmente criada na I Cúpula de Chefes de Estado e de Governo, realizada em Brasília, em 10 e 11 de maio de 2005.
Integram a ASPA 34 países - entre Estados sul-americanos e árabes-, bem como o Secretariado-Geral da Liga dos Estados Árabes (LEA) e a União das Nações Sul-Americanas (UNASUL).

Pelo lado sul-americano, os países-membro são: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Os 22 países árabes integrantes da ASPA são: Arábia Saudita, Argélia, Bareine, Catar, Comores, Djibuti, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Iraque, Jordânia, Kuaite, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Palestina, Síria, Somália, Sudão e Tunísia.

O Brasil é o Coordenador Regional sul-americano da ASPA, por haver sediado a I Cúpula, até que a Secretaria-Geral da UNASUL esteja apta a assumir a representação regional. Integram a Coordenação, ainda, a Presidência Pro Tempore da UNASUL, o Secretariado-Geral da Liga dos Estados Árabes (LEA) e a Presidência de Turno da LEA (desde 31/3/2009, o Catar).

Há cinco Comitês Setoriais: Cooperação Econômica, Cultural, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente e Temas Sociais. O Brasil participa da coordenação de todos, ao lado da Liga dos Estados Árabes.
Na III Reunião de Ministros das Relações Exteriores (Cairo, 4/3/3009), ficou assim definido o organograma da ASPA:


  • (A) Cúpula – instância mais elevada da ASPA; ocorreriam a cada três anos;
  • (B) Conselho de Ministros das Relações Exteriores – com reuniões a cada dois anos;
  • (C) Conselho de Altos Funcionários dos MREs - integrado pelos Coordenadores Nacionais (Pontos Focais), com reuniões semestrais;
  • (D) Comitês Setoriais (Reuniões de Pontos Nodais) – constituídos por peritos em áreas específicas, com reuniões semestrais;
  • (E) Grupo Executivo de Coordenação - formado pela Presidência de Turno da LEA, pelo Secretariado-Geral da LEA (coordenador regional árabe), pela Presidência Pro-Tempore da UNASUL e pela Secretaria-Geral da UNASUL (substituída, interinamente, pelo Brasil). Reunir-se-á a cada semestre.





domingo, 8 de abril de 2012

FMI's Presentation


The International Monetary Fund was created in the Bretton Woods System in 1945, after the Second World War in order to maintain balanced exchange rates and the payments balance of the countries affected by the two wars. Your function would be basically to provide technical and financial assistance through fiscalization of international politics and financing to countries so that they avoid risks in attempting to balance their balance of payments.

With the ending of Bretton Woods System, in 1969, the fund had its main function altered during the 80s, becoming an ultimately funder. In 2004, the IMF was configured as an institution that would ensure the system against possible financial crises that come to threaten the world financial system, promoting loans.
Given the abrupt changes in the functions of the fund, experts,
governors and members of the IMF reached a consensus, that the fund should go through profound changes in its structure in order to adjust to changes that occurred in the international system since its creation. 
During the years 2006 and 2008, in the Monetary and Financial Committee meetings, steps were taken toward restructuring the IMF, which was reflected in meetings of the Assembly of Governors. However, the changes made were not enough, which was reinforced by the crisis that began in 2008 and had new changes as consequences of the behavior of states facing the IMF. In 2010 another Monetary and Financial Committee meeting was established, so that in 2011 the Assembly could meet again to discuss possible reforms.

This committee reinforces the idea that the IMF needs adjustments in its structure. This is an issue that should be discussed with caution, because this are changes that will be affecting the entire state system. Thus, we will discuss in the Assembly of Governors new changes that should be made within the IMF, and having the change in the quota system as our main point.


Portuguese translation:
O Fundo Monetário Internacional foi criado no Sistema Bretton Woods2 em 1945, após a Segunda Guerra Mundial, com o intuito de manter equilibradas as taxas de câmbio e as balanças de pagamento dos países afetados pelas duas guerras mundiais. Sua função seria basicamente fornecer aos países assistência técnica e financeira através da fiscalização das políticas nacionais e do financiamento aos países para que os mesmos evitassem riscos na tentativa de equilibrar suas balanças de pagamento.

Com o fim do sistema Bretton Woods, em 1969, o fundo teve sua principal função alterada, se tornando durante os anos 80 um financiador, em última instância. Já em 2004, o FMI se configurava como uma instituição que deveria assegurar o sistema contra possíveis crises financeiras que viessem ameaçar o sistema financeiro mundial, promovendo empréstimos.
Dadas as bruscas alterações ocorridas quanto às funções do fundo, especialistas, governantes e membros do FMI chegaram a um consenso, o de que o fundo deveria passar por mudanças profundas em sua estrutura, de forma a se ajustar às alterações que ocorreram no sistema internacional desde a criação do mesmo.
Durante os anos de 2006 e 2008, nas reuniões do Comitê Financeiro e Monetário3 passos foram dados em direção à reestruturação do FMI, o que foi refletido em reuniões da Assembleia dos Governadores. Entretanto, as alterações promovidas não foram suficientes, o que foi reforçado pela crise iniciada ao longo de 2008 e que teve como conseqüências novas alterações quanto ao comportamento dos Estados frente ao FMI. Em 2010 uma outra reunião do Comitê Financeiro e Monetário estabeleceu, então, que no próximo ano a Assembleia deverá se reunir novamente para discutir possíveis reformas.

Este comitê reforça a idéia de que o FMI necessita de ajustes em sua estrutura. Esta é uma questão que deve ser discutida com cautela, pois são alterações que influenciam em todo o sistema de Estados. Desse modo, discutiremos no âmbito da Assembleia de Governadores, novas alterações que deverão ser realizadas no interior do FMI, tendo com ponto principal a alteração do sistema de cotas.