No dia 02 de maio, quarta-feira,
foi realizada a terceira simulação do comitê FMI. O tema da discussão, como
havia sido combinado, foi desarmamento nuclear. Nessa reunião, se
intensificaram problemas que os diretores Rodrigo, Larissa e Hernane vêm detectando
desde a primeira reunião: os delegados estão dispersos nas simulações, e não
estão prestando a devida atenção aos discursos de outros delegados. Apesar
disso, nessa última simulação, os delegados tiveram maior disciplina que na
anterior. Uma crise que envolvia
terrorismo e armas nucleares foi lançada e esta abrangia vários países: Canadá,
França, Estados Unidos, Rússia, China, Irã, Brasil, Alemanha, Índia e Reino
Unido.
Os delegados tinham 40 minutos para solucionar a crise e, no final desse
tempo, a diretora geral de imprensa Júlia Machado e o diretor do comitê ASPA,
Alessandro Lacerda, entraram no comitê como dois generais americanos,
anunciando que eles já haviam resolvido a parte da crise que se referia ao
terrorismo, e que cabia aos delegados solucionar somente a parte que se referia
às armas nucleares.
Apesar disso, pela segunda vez consecutiva, os delegados
falharam em encontrar uma solução para a crise e quase não tiveram tempo para
discutir o tema. Os países que realmente
participaram da simulação foram apenas os membros do G-5 e mais, no máximo, outros
quatro países (vale lembrar que o comitê possui 28 países e uma organização).
Ficou decidido que a próxima reunião, do dia
09 de maio, será sobre biopirataria.
O delegado do Egito, Gabriel
Andrade (1ºC), não justificou sua falta na última reunião, do dia 26 de abril.
Como a Organização Mundial do
Comércio não possui posição nos temas das simulações, a representante deste
órgão, Júlia Chipiakoff (2ºA), irá representar a Espanha nas reuniões.
Pérola: “I don’t trust my trust in french” (“Eu
não confio minha confiança nos franceses”) – Estados Unidos (André Nogueira
– 1ºA)
Destaque: China – João Rene Filho (1ºB)
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